Portugal · Exclusividade · Legado

PORTUCALE

Uma encomenda. Não um imóvel à venda.Uma casa de 2.720 m², num só piso, em dez mil metros quadrados de terreno seu. Não está construída. O terreno escolhe-o quem compra; o preço e a data fixamo-los nós. Projetada e calculada por quem passou trinta e cinco anos a fazer obra pública em Portugal.

IMAGENS ILUSTRATIVAS – RENDERIZAÇÃO DO PROJETO
2.720
m² Área Coberta
10.000
m² Área Exterior
8
Suítes Privadas
130
projetos obra pública
51M€
Valor Total

Uma Ode à Tradição Europeia


PORTUCALE é a resposta para quem exige perfeição, mas recusa-se a gerir a sua construção. Uma villa térrea de ~2.720 m² cobertos com 8 suítes, biblioteca com mezanino e escada em caracol, jardim de inverno de 160 m², SPA com piscina interior de 7x14m, e piscina exterior de 20x10m, tudo num único piso que privilegia a horizontalidade e a integração com a paisagem. Carvalho Francês envelhecido, Mármore de Estremoz Ruivina, certificação energética A+. Não são escolhas aleatórias. São garantias de que o seu investimento durará gerações.


A supervisão pessoal do CEO Paulo Ribeiro significa uma coisa: responsabilidade pessoal. Não delegamos. Não fazemos concessões. Você recebe uma propriedade pronta para viver, decoração, mobiliário, tudo incluído. Nós gerimos a complexidade. Você desfruta da tranquilidade.

35
Anos de
Experiência

Porquê 51 milhões

Com 2.720 m² cobertos, um hectare de terreno, o mobiliário e o jardim plantado lá dentro, a Casa PORTUCALE fica abaixo dos dezanove mil euros por metro quadrado de área bruta. É menos do que se pede hoje no topo do mercado português por casas com um terço do tamanho, casas construídas há uma década segundo o programa de outra pessoa.

O valor total é maior porque a casa é maior. A taxa a que se compra é mais baixa.

E o preço inclui o que normalmente não está incluído: a aquisição do terreno pela promotora, os impostos dessa aquisição, o projeto, o licenciamento, a construção, o paisagismo, o mobiliário e o acompanhamento até à entrega das chaves.

Quatro coisas explicam o resto.

  • Um piso, dez mil metros quadrados:
    Uma casa térrea com esta implantação exige um terreno que quase nenhum município português licencia. O índice de ocupação, os afastamentos, as condições de fundação e os acessos têm de alinhar todos ao mesmo tempo. Encontrar um terreno onde alinham, e consegui-lo aprovado, é a parte mais difícil deste projeto.
  • Documentada como obra pública:
    Cada fase de projeto é entregue com o conteúdo e o faseamento que a Portaria 255/2023 exige das obras públicas, e o dimensionamento estrutural é verificado segundo os Eurocódigos, incluindo a verificação sísmica da NP EN 1998, e fica registado. Sejamos precisos, porque isto costuma ser exagerado: esse regime não torna a casa estruturalmente superior a outra construída conforme a lei. O que produz é rastreabilidade, um rasto documental que resiste a uma fiscalização, num edifício que ninguém vai fiscalizar.
  • Manufatura portuguesa, com nome e data:
    Lioz de Pêro Pinheiro, fornecido pela Solancis, com o bloco reservado em pedreira e aprovado por dry-lay: a pedra que chega à obra é a pedra que foi vista. Iluminação decorativa SERIP, produzida em Sintra. Caixilharia minimalista definida no projeto de execução, com referência panoramah!/Jofebar ou solução equivalente aprovada. Tapetes de nó manual da Ferreira de Sá, de Espinho, a trabalhar desde 1946. Azulejo da Viúva Lamego, de 1849. Tecidos Aldeco. Caixilharia Jofebar. Cada uma tem nome, tem morada e está orçamentada no contrato. A substituição só é admitida se o material estiver descontinuado ou indisponível, e apenas por outro de qualidade, desempenho e valor globalmente equivalentes ou superiores.
  • O risco de execução é nosso:
    Preço fixo na assinatura, com o terreno lá dentro. A inflação de materiais, a falha de fornecedores e os atrasos de execução são assumidos pela ENVISQUANTIS dentro do preço global, sem prejuízo das situações de revisão expressamente previstas no CPCV. Numa obra desta dimensão, isto não é um serviço prestado: é uma posição no nosso balanço, e tem um custo.

Numa linha: 51 milhões é o que custa obter esta casa, porque ela não existe e, por isso, não pode ser comprada.